Para o enfermeiro Itzhak Brook, testemunhar a luta de equipes médicas do Hadassah para salvar vidas de soldados inimigos estabeleceu um padrão ético a ser mantido quando ele se tornasse um médico.

O Dr. Brook, hoje Professor de Pediatria na Georgetown University (Washington, D.C.), serviu como médico no exército durante a Guerra dos Seis Dias em 1967 na batalha por Jerusalém e como médico de batalhão na Guerra de Yom Kipur em 1973 no Sinai. Em ambas, tratou de muitos prisioneiros feridos. Entre eles um piloto egípcio. “Enquanto eu tratava sua perna quebrada e suas queimaduras,” lembra o Dr. Brook, “ele me mostrou uma foto de sua família. Seus dois filhos pequenos tinham a mesma idade dos meus. Eu senti que ele apenas queria vê-los de novo.”

Para o Dr. Brook, “atender estes prisioneiros, humaniza nosso adversário.” E, ele diz, “eu senti uma satisfação interior ao poder honrar a santidade da vida humana.”

Leia mais sobre as memórias do Dr. Brook sobre o tratamento de soldados inimigos em Atlanta Jewish Times.

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