Por Patricia Levinson, Diretora de Comunicações do Hadassah International

Israel estava em guerra. Meu marido, Lionel, e eu estávamos sentados em nosso apartamento de estudantes no Instituto Weizmann, lágrimas correndo a medida que o rádio ecoava o som do shofar sendo tocado no Muro das Lamentações em Jerusalém. Uma batida na porta e nós nos reunimos com amigos para uma festa improvisada. A reunificação de Jerusalém foi um milagre para ser celebrado com preces e cantando “Jerusalém de Ouro”.

Três semanas depois, em uma viagem a Jerusalém, organizada pelo Instituto Weizmann para os “cientistas estrangeiros” que ficaram durante a guerra, nós passamos por uma estrada estreita recém liberada – depois das minas terrestres terem sido desativadas – e vimos consternados as paredes bombardeadas do Hadassah Hospital Mount Scopus.

Ao acessar o Monte do Templo, caminhamos por uma via estreita com uma parede alta de um lado – o Muro das Lamentações. Com um profundo senso de história, deixamos nossas preces escritas em rachaduras da parede.

Cinquenta anos depois, nós renovamos nosso compromisso com Jerusalém, o Hadassah e o Tikun Olam.

Para a história completa: http://hadassahinternational.org/fifty-years-remembering-events-june-1967-leading-reunification-city-gold-jerusalem/

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